Transex namoro

O dia em que perdi a virgindade oral

2020.01.24 01:31 buzzbuzzmaster O dia em que perdi a virgindade oral

Então galera, um belo dia lá estava eu de saco cheio em casa. Nada pra ver, Netflix aquela coisa, os amigos de férias e eu sozinho. Sem vontade de nada, porém era um sábado, dia nacional da aprontação. Dia de bater perna na rua e ver o que acontece. Pensei, vou sair sozinho. Comigo tem rolo não, vou sozinho pros lugares. Não tenho essa frescura de ui, vão me achar esquisito no cinema. Vou e pronto. Vesti um belo aparato, aquele perfume cheiroso e um cueca nova. Sabe como é né, a primeira impressão é a que fica. Pedi um táxi, aprendam crianças, se beber não dirija ;).
Fui pra uma conhecida boite alternativa. Sabe, aquela galerinha do cabelo colorido, mas que desce até o chão. Curto uma tatuagem, um cabelo curtinho e safadeza, o que em lugares hipsters têm de montão. Daí tô lá pá, num molejo sensual, numa alegria alcoolica quando vejo um xuxuzinho ao longe. Em torno de 1.65, cabelos pretos no ombro, olhos azuis, branquinha. Seios pequenos, mas uma bundinha arrebitada e levemente graúda. Perfeitinha. Hora do ritual do acasalamento, do oi, tudo bem, de dançar e pá.
Ela já tinha dado bola pra mim, então foi só chegar na humildade. Ela tinha uma voz rouca, sensual, parecia interessada. Papo vai, papo vem, mão na cintura, ela vem na tua direção, não tem amiga nenhuma pra aporrinhar. Você e a gata, num papo cabeça 2 da manhã, a música alta, os bêbados em volta. Daí ela chega no seu ouvido e fala "Eu sou uma garota trans, tudo certo pra você?".
Na hora fiquei sem jeito, ela percebeu. Tentei voltar num elogio, pois não sabia o que dizer. Falei algo como, "você é bonita demais, eu nunca diria". Talvez algo pior. Não deve ter sido ofensivo pois ela não me ignorou e nem nada. Só sorriu. Ela perguntou se eu já tinha experiência com garotas transex e disse que não. Na hora fiquei entre ficar e pedir desculpas e ir embora. Mas tem um problema, sou curioso e sinceramente ela era atraente. Pensei literalmente com a cabeça de baixo.
Daí a coisa rolou. Beijava bem, com vontade. Foi um ótimo amasso, 10/10. E ficamos nessa um tempo, eu estava excitado e tal. Lá pelas tantas senti o pau duro, roçando na minha perna. Brinquei com isso, falei que nunca tinha sentido algo assim e ela me fala algo como "se quiser sentir mais coisas, vamos na minha casa". E completa, "te deixo ser ativo". Fiquei excitado demais na hora, mas tava com um medo, sei lá. Eu já tive curiosidade, mas nunca fui a fundo (hehe) nisso. Pensei se ela era feminina o bastante pra me excitar, transar não seria um problema. E depois eu ia ser o ativo, ora bolas. Disse pras amigas que ia embora com um "amigo", o que sempre significa outra coisa. Chama Uber, uma pegação na espera, entra no Uber, outra pegação só pra constranger o piloto.
Ela morava num prédio legal com os pais. Fazia faculdade, estágio. Algumas pessoas sabiam, outras não e assim levava a vida. Os pais a aceitavam desde sempre, então não era um problema. Eles estavam viajando e ela queria aproveitar a oportunidade. Tinha terminado um namoro longo e tava querendo aprontar. Enfim, chegamos no quarto dela, após uma preparação de 10 minutos no banheiro. Outro agarramento na cama, mão ali, mão aqui, sabe como é. Daí ela abre minha calça, puxa a cueca pra baixo e começa um boquete de primeira. Foi um dos meus top 10, só perde pra minha prima, mas isso é outra história.
Só que ela é boa demais nisso. Peço pra parar um pouco, que eu não queria gozar agora. Daí ela começa um strip-tease. Sento numa cadeira no quarto e ela começa. É magrinha, tem peitinhos de hormônio, nada grande, mas a forma era bonita. Nada de barriga, e tinha uma cintura. Fica de costas e começa a tirar o short. Sabe falsa magra? Pois é. Uma bela bundinha, arrebitada, carnuda, de quem faz agachamento. E senta no meu colo e começa a se esfregar no meu pau, duríssimo. A beijo, acaricio os seios. Daí vejo o pau dela (?): em torno de 17cm, mais pra fino do que grosso e de capuz. Nada de pêlos. Digo que é a primeira vez que vejo um ao vivo. Ela sorri e pergunta se eu não quero pegar. Eu toco nela, meio nervoso e ao mesmo tempo excitado. Começo a acariciar e masturbar. Nada mal, penso.
Então ela se levanta e fica de quatro na cama, nua. Arrebita a bunda e diz pra usar camisinha. Sim senhora, obviamente. Rapaz, foi bom. Eu já tinha comido anuses anteriores, mas ela sabia rebolar e se mover. Tentei ir de leve, pois não queria acabar logo, mas uma hora não aguentei e gozei. Sabe, aquelas bem fortes que parece que tem algo empurrando pra fora, que o olho vira tanto que dá pra ver dentro do crânio. Pois é.
Deitei ao lado. Ela tava com o pau duro ainda. Não tinha gozado. Disse "você pode chupar algo além dos meus seios" e olhou pra baixo. Daí ela me beijou e começou a empurrar de leve a cabeça pra baixo. Na hora só pensei, porra, vou chupar um pau. E comecei a beijar o corpo dela até embaixo.
Quando cheguei lá embaixo hesitei. Ela disse "não precisa se não quiser". Toquei de novo, brinquei com ele, coloquei a cabecinha na boca. Como já tava ali, só podia fazer uma coisa, chupar até ela gozar. O que não demorou tanto assim. Mas foi uma sensação estranha, é como lamber um dedo, mas macio. Algo assim.
Depois eu comi ela mais uma vez, ela gozou sem precisar de meu incentivo bucal. Depois dessa aventura, acabei tendo uma amizade com benefícios com ela. Ela me comeu, mas isso é uma história pra outro momento.
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